Águia de Ouro

Grupo: Especial
Fundação: 09 05 1976
Cores: Azul Ouro e Branco
Presidente: Sidnei Carriuollo Antônio
Vice presidente: Serginho Souza
Carnavalesco: André Marins Amarildo de Mello
Interprete: Douglinhas
Mestre de bateria: Mestre Juca
Diretor de carnaval: Comissão de Carnaval
Diretor de harmonia: Comissão de Harmonia
Mestre sala: Kawan Alcides
Porta bandeira: Ana Paula
Rainha de bateria: Cinthia Santos
Endereco: Av. Presidente Castelo Branco, 7.683 (Marg. Tietê), São Paulo
Telefone: (11) 3872-8262
Comissão de Frente: Robson Bernardino
História

A Águia já enfrentou até incêndio. E subiu

Nascida de um time de futebol, o Faísca de Ouro, que levou o nome da Vila Anglo, na Pompéia, a ser respeitado no mundo do futebol amador paulistano, a escola surgiu naturalmente para as comemorações das vitórias do futebol.

O presidente da Águia de Ouro, Carlinhos, teve a idéia de organizar o time em forma de escola, estreando na Avenida em 1977, pelo grupo IV.

Em 1984, quando teve sua primeira participação no grupo I, um incêndio consumiu praticamente toda a sede da escola e as primeiras fantasias que já estavam prontas. Mesmo assim desfilou com garra.

Por volta de 1986 seu presidente Sidney Carriola, conseguiu espaço definitivo para sua quadra, sob o Viaduto da Pompéia.

Classificação em 2001 - 5º lugar, com o enredo "De Salém a Brasília o que vale é a Bruxaria". Em 2002 ficou em 7º lugar com o enredo, "Vou à Luta sem Pedir Licença...Tupy or not Tupy, Sampa é a Resposta".

Ano do enredo: 2017
Título do enredo: “Amor com amor se paga! Uma história animal”
Descrição do enredo:

Argumento do enredo:

Historicamente considerados nossos melhores amigos, o cão, também chamado de cachorro no Brasil é um mamífero canídeo e talvez o mais antigo animal domesticado pelo ser humano. E é sobre esse fiel amigo e em forma de agradecimento por tanto amor doado nessa troca afetiva com o ser humano que será o tema­enredo de 2017 da nossa escola.

De forma lúdica, sem compromisso cronológico e historiográfico este enredo é uma ode e a celebração de um ato de amor, onde iremos retratar e explicitar a fidelidade, o companherismo e a lealdade deste amigo peludo que extrapola o significado do que é amar de verdade.

Sinopse completa:

"Mesmo sem falar, meus olhos dizem coisas que muitas das vezes você gostaria de escutar"

Eu sou a pura demonstração de amor,

E nessa folia mostrarei quem realmente sou!

Na favela, no condomínio de luxo ou embaixo do viaduto.

Aqui estou para uma relação de amor incondicional.

Seja criança, adulto, mendigo ou doutor,

Eu sou o puro amor...E irei contigo onde você for!

Verdadeiramente sou aquele...Que estarei sempre com você.

Sou um romântico de coração vagabundo...

Capaz de fazer a minha dama, a mais feliz do mundo.

Há milênios estou em suas vidas.

Na arca de Noé esqueceram de mim.

Mágoas...Nem pensar...

Sou puro limpo de coração, nasci para amar.

Vira latas que sou, resisti ao diluvio...Águas cessaram...

E quando você tinha perdido tudo em sua vida.

Em seus braços fui te acalentar e acariciar.

Sou arteiro, sapeca...Adoro confusão.

E na Torre de Babel...Leal que sou...Lá estava eu...

E que balburdia...E tudo se dividiu...

Junto com a humanidade, pelo mundo novos amigos eu saí a farejar.

E continuei a ensinar o que é amar...

O tempo passou...Artistas! Cinema! E mentes férteis...

Lindas histórias a contar e minha parceria a retratar.

Vidas, sagas, relações... E muita fantasia...

Narrativas de um amor sem fim, espelho do cotidiano.

Na tela grande, transcendi, iludi e diverti.

Vida de cachorro! A bagunça é geral.

Amores representados sem noção e nem dimensão...

Nada igual nessa relação...É força que vem do coração!

Pois amar, alegrar, ajudar e acompanhar...Sempre será a minha missão.

Sucessos de bilheteria, filas...Multidão!

Até na calçada da fama fui parar. Quanta emoção!

Pluft...Plaft...Zumm...

Literatura, quadrinhos e animados...

Desenhados e imaginados...Coloridos ou naturais...

Super­herói ou vilão...Moleque, pateta, divertido e peralta...

Alegre e trapalhão...Sou a sua diversão!

Sou de mola, sou alado, engraçado...

Apresento­me em mil variações.

Sou medroso, corajoso...Enfrento até uma multidão...

Mas posso ter medo de um bicho papão.

Na verdade: É tudo mentirinha...Tudo Ilusão...

Me transformo em qualquer coisa.

Para ter o amor do seu coração!

Mas nem tudo são brincadeiras e nem diversão...

E ai vai meu latido de alerta...Respeitável público!

Não penso só em mim...E nem sou egoísta...

SOS a humanidade...Salve o reino animal!

Aos homens coincidência quero levar!

Bicho sente fome, frio e medo.

Não a crueldade, cativeiros e maldades.

Tem gente ainda aos animais maltratar.

É preciso amar, defender e cuidar.

E aos bichanos, sua integridade preservar...

Eu posso ensinar o que é amar!

Serão os ditos racionais capazes de acatar? Peço reflexão desde já...

Só o amor pode o mundo mudar!

Afinal: Ser humano legal...Não maltrata animal!

Bem...Em minha saga de amor, fidelidade e companheirismo.

Aqui estou à disposição para muito mais do que se imagina...

Em minha fidelidade aprendi a guiar quem deixou de enxergar.

Farejando, vou ajudando a desvendar, investigar, e a salvar.

Sou terapeuta da alegria!

Onde houver tristeza e desanimo. A felicidade eu vou disseminar.

Integrante da família ­ não tenho lado e nem partido...

Nem as separações conjugais e a morte vão nos separar.

Sou como o som do seu violão...

Embalo­te, amo­te e afago­te, como uma bela canção!

E quando não houver nenhum humano que vos queira.

Eu sou seu amigo, fiel, leal, e companheiro de todas as horas.

De hoje, de ontem, de milênios, e de outrora!

Capaz de fazer em sua vida, uma "História Animal".

 
Ano do enredo: 2016
Título do enredo: Ave Maria cheia de faces
 
Ano do enredo: 2015
Título do enredo: Brasil e Japão: 120 anos de união
 
Ano do enredo: 2014
Título do enredo: "A velha Bahia apresenta o centenário do poeta cancioneiro Dorival Caymmi"
 
Ano do enredo: 2013
Título do enredo: Minha missão. O canto do Povo. João Nogueira
 
Ano do enredo: 2012
Título do enredo: Tropicália da Paz e do Amor! O Movimento que não acabou
Descrição do enredo:
 
Autor do Enredo:
Cláudio Cavalcante (Cebola)
 
Roteiro

1º setor - O País Tropical
Influências musicais e ritmicas (hippies, bossa nova, rock and roll)

2º Setor - Antropofagia
Ditadura
(que tentou calar o movimento)
Devoração (Imposição da ditadura é vista como uma devoração dos princípios culturais)
Devoção (Os seguidores e a força do movimento que a ditadura não calou; utilizaram a paz e o amor como instrumentos da ideologia do movimento)

3º Setor - A Tropicália
Os Festivais – a exaltação a musica popular brasileira ganha força e faz do movimento tropicalista ser reconhecido.

4º Setor – Multitropicalismo
Cultura:
As artes de uma maneira geral são influenciadas pelo Movimento Tropicalista, com forte impacto no cinema (Glauber Rocha), teatro (Teatro Oficina), artes plásticas (Hélio Oiticica) e na televisão (Chacrinha).

5º - O Movimento que não acabou
O Exílio:
O adeus que nunca aconteceu. A nave louca parte, levando os tropicalistas para outros carnavais e no seu regresso traz as novas tropicálias que influenciam os novos ritmos, trazendo para fazendo o Movimento Tropicalista.

Sinopse

A Tropicália ou Movimento Tropicalista foi um movimento cultural que surgiu sob a influência de diversas correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e internacional.

Neste carnaval, a Águia de Ouro e a Tropicália irradiam juntas suas magias.

A Tropicália que surgiu de um país de natureza linda, de belezas infinitas, do sincretismo religioso e de uma grande miscigenação do folclore brasileiro e do povo tupiniquin, tupinambás, bumbaie-iê, batmacumba, bossa nova ou rock and roll, Iracema e até canibais.

A Tropicália sobreviveu e fez do movimento um instrumento de conscientização das massas contra a ditadura. a paz e o amor prevaleceu.

O Brasil dos grandes festivais música popular brasleira, multitropicalismo em terras tropicais, Em geléia geral, Brasil tropical e outros parangolés... como dizia o poeta no seu cordel imaginário, tropicalismo a alegoria é a prova dos nove... um poeta desfolha a bandeira... Pindorama, país do futuro: samba... carnaval... Águia de Ouro formando a grande geléia geral brasileira.

Na despedida, espaçonaves guerrilhas, a tropicália da paz e do amor! o movimento que não acabou e trouxe para outros carnavais as influências poéticas e ritmicas de um novo povo e uma nova tropicália. viva a tropicália!
Desenvolvimento

1º Setor – País Tropical

O País Tropical, de araras e bananas não se curva diante da influência cultural de outras nações e, com seu poder de criação e inspiração, reage ao que lhe é imposto. Neste carro, a visão carnavalesca dos momentos que marcaram um período importante da história do Brasil é marcada por ícones da natureza exuberante do país tropical, do sicretismo religioso, ritmos e que fizeram parte do desenvolvimento da cultura de um movimento chamado tropicália.

2º Setor – Antropofagia e Tropicália: Devoção ou Devoração

A Antropofagia Oswaldiana é o pensamento da devoração crítica do legado cultural universal. Elaborado não a partir da perspectiva submissa e reconciliadora do bom-selvagem, mas segundo o ponto de vista desabusado do mau-selvagem, devorador de brancos.

A Tropicália como estética reafirma a força da música popular como lugar de afirmação do outro, ou sua devoração, caldeirão multi-cultural que buscava através da alegoria das “imagens primitivas do Brasil”, inserí-lo no cosmopolitismo do pobre. A alegoria como caminho necessário para transformar a alegria, o luto em luta, negando a busca da nacionalidade como valor essencialista, substantivo, e a arte tropicalista como instrumento de conscientização das massas, colocando a paz e o amor na guerra contra a ditadura militar.

Devoração antropofágica. ditadura criada para impedir este país de copular a sua realidade e inverter nossa história.

3º Setor – Tropicália: Os grandes festivais da música popular brasileira

Na década de 1960, o Brasil vivia uma grande efervescência cultural da qual uma das pontas de lança era a música. foi nesse período de otimismo que foram criados os festivais da música popular brasileira.

Alguns festivais foram marcantes, como o festival de 1967 que ousou desafinar “O Bom Tom” da música brasileira, predominante na época. com instrumentos acústicos e letras engajadas. Gil apresentou “Questão de Ordem” ao lado dos Beat Boys com seu visual black power e guitarras elétricas. Caetano trouxe “É Proibido Proibir” junto com os Mutantes.

Em 1968, Tom Zé defendeu “São Paulo meu Amor”. Os Mutantes concorreram com “2001” de Tom Zé e Rita Lee. mas, naquele ano, a grande revelação do festival foi Gal Costa que defendeu com maestria “Divino Maravilhoso”.

Por meio dos festivais, a tropicália ganhou uma grande força no cenário da música brasileira e fez com que seus membros também alcançassem visibilidade.

4º Setor – Multitropicalismo

Resultado da conexão de jovens artistas da Bahia, fonte da cultura afro-brasileira, com intelectuais de São Paulo, o tropicalismo alcançou as imagens do cinema, da televisão, nas experiências sensoriais, nas performances dos artistas de rua e no teatro. O tropicalismo de Caetano Veloso encontra o cinema moderno e aponta “Terra em Transe” como uma das obras na origem mítica da tropicália. Hélio Oiticica dialóga nas artes plásticas com as influências da tropicália.

É essa relação entre procedimentos de linguagem que pode construir um fio condutor capaz de aproximar de forma produtiva, tropicalista a chanchada, cinema novo, cinema marginal, televisão, o teatro, artes plásticas... criando um multitropicalismo plural reivindicado em obras como a peça “O Rei da Vela”, os filmes o “Bandido da Luz Vermelha” de Rogério Sganzerla; “MAcunaína” de Walter Lima, entre outros.

Este impulso kitch que levou o tropicalismo musical a se aproximar da poesia concreta, do teatro oficina, da literatura moderna e do cinema, firmando a tropicália no movimento tropicalista que efervesceu no país da década de 1960.

5º Setor – Nave Louca “A Despedida”

Tropicália o movimento não acabou. surge a nova tropicália

Sofrendo as consequências dos punhos fortes da ditadura, os mentores do tropicalismo deixam o país numa nave surreal que denominamos poeticamente de “Nave Louca” carregada de emoção. com ela vão-se as esperanças de desenvolvimento de um movimento cultural vanguardista. Porém, sua partida serve apenas para que os novos frutos da tropicália ganhem força e ultrapassem as barreiras impostas pela repressão.

Salve a tropicália e outros parangolés!

Tropicália, uma revolução na cultura brasileira. o movimento que não terminou!
 
Ano do enredo: 2011
Título do enredo: Com todo o Gás! A Águia de Ouro é fogo!
 
Ano do enredo: 2010
Título do enredo: Ribeirão Preto, região a frente do seu tempo: Da mineração ao agronegócio, terra de liberdade e riqueza
Descrição do enredo:

RIBEIRÃO PRETO, REGIÃO A FRENTE DO SEU TEMPO: DA MINEIRAÇÃO AO AGRONEGÓCIO, TERRA DE LIBERDADE E RIQUEZA

Conta uma LENDA africana que OXUM, Deusa do ouro e das águas doces, ao se banhar nas ÁGUAS DO RIBEIRÃO apaixonou-se perdidamente por OXÓSSI, Deus da mata.

Esse intenso e fogoso amor fizeram abrir uma CRATERA, formando-se uma Região de terra fértil,
rica e abençoada. Os NEGROS ESCRAVOS foram os primeiros trabalhadores das lavouras do CAFÉ (Rubiácea) e da CANA DE AÇÚCAR, que ai floresceram.

A MAÇONARIA arquitetou nos bastidores da história, a LIBERTAÇÃO DA ESCRAVATURA antes da Lei Áurea. Chegam os IMIGRANTES, de inicio os ITALIANOS, trazendo novas idéias de trabalho e de contestação – ANARQUISMO.

Ao som do apito do trem da ESTRADA DE FERRO MOGIANA, e com a chegada da Eletricidade, acontecem ali os primeiros movimentos influenciados pela CULTURA FRANCESA: FRANÇOIS CASSOULET monta o cabaré CAFÉ CANTANTE ELDORADO PAULISTA, que além da Moda e Costumes, importava também os Coquetes , prostitutas de alto nível a se rivalizar com as da Negra Etelvina, dona de um cabaré popular: A GATA PRETA.

Verdadeiro Berço do carnaval surge na região os primeiros movimentos carnavalescos: Carros Alegóricos (Grandes Sociedades), o ENTRUDO e Escolas de Samba, sendo a pioneira OS BAMBAS.

Dentre os BARÕES DO CAFÉ, a família DUMONT envia o filho ALBERTO – que sonhava voar com os PÁSSAROS – a estudar na França, onde criou BALÕES (sem motor), 0 14 BIS e o RELÓGIO DE PULSO (para ajudá-lo a voar como Ícaro). Os imigrantes europeus se juntam aos JAPONESES, e todos, com sua cultura e força de trabalho, ajudam RIBEIRÃO PRETO a se tornar um Embrião de Civilidade sempre renascendo como a FÊNIX da Mitologia Grega: antes CAPITAL DO CAFÉ, DA CANA DE AÇÚCAR, DO CHOPP, hoje CAPITAL NACIONAL DO AGRONEGÓCIO, caminhando para ser a CAPITAL MUNDIAL DO BIOCOMBUSTÍVEL.

Como se vê, a cidade sempre contribuiu ativamente com o DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO PAÍS, RIBEIRÃO PRETO é VITRINE de Eventos e Turismo. Com suas atrações importantes do ponto de vista cultural, como o TEATRO PEDRO II, o JARDIM JAPONÊS, palácio, praças, museus e UNIVERSIDADES, ou em termos de entretenimento, como a famosa CHOPERIA PINGÜIM, alavancando a Indústria, o Comércio e as inanças.

Na SAÚDE, Pesquisas e Desenvolvimentos importantes como os estudos sobre TRANSPLANTE DE PELE, sobre o avanço no uso do LÁTEX (Borracha), Incrementando a fabricação de PRESERVATIVOS.

Na POLÍTICA, inovadora com a 1ª MULHER no comando da cidade, reunindo e Liderando com responsabilidade, toda a região do NORTE PAULISTA. 

PERSEVERANÇA, NOBREZA, CARÁTER, IDÉIAS PRECURSORAS. Essa é RIBEIRÃO PRETO, uma região visionária, sempre á frente de seu tempo e que  pode ser considerada uma METRÓPOLE, ou seja, um lugar em que passado e presente se fundem na construção de um FUTURO PROMISSOR, de RIQUEZA e LIBERDADE.

Ano: 2017
Título do samba enredo: “Amor com amor se paga! Uma história animal”
Compositores do samba enredo: Juca Guerra, Douglinhas Aguiar, Fernandinho SP
Letra:

Amanheceu, já clareou!
Sou um apaixonado na Avenida
Que verdadeiramente te ama e, não te faz sofrer
Se um dilúvio acontecer eu não te esqueço
Como te esqueceu...Noé
Perdido em Torre de Babel
Mas sempre estarei com você
Arteiro de grandes histórias
Na tela do cinema emociona
Estrela que inspira
É tua a calçada da fama do meu Carnaval

Faz a criançada gargalhar
Ao ver o vilão fracassar
Herói tão valente e muito engraçado
Atração do desenho animado

Hoje a minha Águia vem pedir
Pra humanidade refletir
É um novo tempo um novo olhar
Picadeiro não é mata e nem piscina é oceano
Como faz Luisa Mell, defendam todos animais
Protejam esses companheiros
Que guiam, socorrem
E que se arriscam por nós
São anjos mandados por Deus
Que clamam um futuro melhor

Alma de artista
Dama ou vagabundo
Amigo do mundo
Teu olhar afaga
Namora a lua no meu barracão
Amor que não se acaba

 
Ano: 2016
Título do samba enredo: Ave Maria cheia de faces
Compositores do samba enredo: Douglinhas, Juca ,Izanzinho, Cuca e Pelezinho
Letra:

O céu se abriu
Mostrou seu luar
Pra ver minha Águia de Ouro passar
Ave Santa Mulher que me guia
O nosso Azul e Branco
É de Maria

Mãe
Divina dona da terra
Sentimento de amor e magia
Abençoa este Carnaval
Derrama sua luz sagrada em todos nós
Deusa do sol e da lua
De faces marcantes
Dama universal
Hoje trago minha prece
Rainha Clemente
Teu fruto o Rei Salvador

Chorou tanta dor
Mãe África
Hão de florescer teus filhos
Em cada palmo de chão
Iluminando o terreiro
Da miscigenação

Sublime aparição
És majestosa
Faz mais feliz
O meu caminhar

Formosa
Estende o teu manto sobre nós
Amada padroeira do Brasil
Pois a Pompéia cantando
Te pede perdão

 
Ano: 2015
Título do samba enredo: Brasil e Japão: 120 anos de união
Compositores do samba enredo: Serginho do Porto, Chanel da Vila, Ivanzinho, Pelezinho Aha e Douglinhas
Letra:


Superação
Renasceu das cinzas a nova nação
Hoje é modernidade
Guerreiros da criação
No corpo se guarda o tesouro, cuidar é preservar
Colher ao semear os frutos da mãe natureza
E com leveza para sempre desfrutar
É o elo pra purificar

Rituais de fé a meditar
A mente e a alma equilibrar
Respeito à vida
Religião é paz no coração

Agrader aos deuses
Louvar e sempre celebrar
Em forma de arte unindo o folclore
É cultura popular
E assim de gol em gol
Virou paixão, eternizou
Os laços dessa união
Festejar
E mostrar ao mundo inteiro
Mais umn samba verdadeiro
No Carnaval de Asakusa

Explode alegria num só coração
Eterna aliança Brasil e Japão
Voa Águia, vai buscar
O sonho de ser campeã

 
Ano: 2014
Título do samba enredo: "A velha Bahia apresenta o centenário do poeta cancioneiro Dorival Caymmi"
Letra:



Odoyá, a benção Yemanjá
A jangada vai sair pro mar
E navegar nesse oceano de amor
Lindo pôr do sol, cenário de magia
Brilha o horizonte na velha Bahia
Tem batucajé, no abaeté, mistérios no ar
Oh luar clareia, é lua cheia, deixa clarear
Das lágrimas da índia
Uma lagoa se formou, na praia de Itapuã

Na lavagem do Bomfim, bate o tambor
A saia da baiana tem axé
Tem mironga no congá
Ora yeyeo, mãe menininha do gantois

E sobre as ondas do mar, um velho ita partiu
Sua viola a tocar, a dor que o negro sentiu
Poeta, cancioneiro, apaixonado pelo Rio de Janeiro
Nos seus balangandãs mostrou o que é que a baiana tem

Inspiração, estrela do mar
Eterna paixão, guardou seu lugar
Desceu o morro da Mangueira
De verde e rosa, só no surdo de primeira

É pura emoção, Caymmi no meu coração
Lá vem Pompeia, é Águia de Ouro
Super campeã do povo

 
Ano: 2013
Título do samba enredo: Minha missão. O canto do Povo. João Nogueira
Compositores do samba enredo: Diogo Nogueira, Ciraninho, Rafinha, Leandro e Serginho Castro
Letra:


Deixa a luz do amanhecer iluminar a avenida
Vem recordar a missão de um poeta
E exaltar as belezas da vida
Renasce João sobre o poder da criação
Ê vida boa...no Méier labareda no olhar
Ê vida a toa...bohêmio a luz do luar
Ê vida voa...o Clube do Samba desperta saudade
Vem brindar... festejar no boteco do Arlindo
Mais um show do Flamengo, domingo
Um Rio de felicidade

Bole que bole ao som dos tantãns
Me leva na fé, São Jorge guerreiro
Quebra no balacochê do cavaco
Clareia meus passos, São Sebastião
Aplausos para um gênio brasileiro
Águia de Ouro é samba, amor, é tradição

Vem, vem poeta nos braços da paz
Ver a Portela de tempos atrás
Realizar o seu sonho de bamba
Compor mais um lindo samba
Canta sabiá, vai resplandecer
A nação Xingu não quer se render
Quem viveu de amor nunca vai morrer
Hoje o espelho é você

E o meu medo maior é o espelho se quebrar...
E o meu medo maior...

João, teu nome é história
O canto do povo te faz imortal
Ninguém faz samba só porque prefere
É Nó na Madeira o meu carnaval

 
Ano: 2012
Título do samba enredo: Tropicália da Paz e do Amor! O Movimento que não acabou
 
Ano: 2011
Título do samba enredo: Com todo o Gás! A Águia de Ouro é fogo!
Compositores do samba enredo: Serginho do Porto, André Fullgaz, Sergio Allan e Serginho Castro Marcio Pessi e Marco Antonio Pessi
 
Ano: 2010
Título do samba enredo: Ribeirão Preto, região a frente do seu tempo: Da mineração ao agronegócio, terra de liberdade e riqueza
Compositores do samba enredo: Waltinho, Celso Guerra, Jairo, Drigo ATR, Clayton, Xan, André MS, Formiga, Mig e Tadeu
Letra:

A minha Águia é felicidade
Meu orgulho maior: paixão!
Hoje o canto da Pompéia vai ecoar:
Ribeirão Preto para sempre vou te amar

Ora yê yêo mamãe Oxum
Em tuas águas nasce um grande amor
Surgindo assim esta cidade
Abençoada pelas mãos do Criador...
O negro com braço forte trabalhou
Fez prosperar a agricultura neste chão
Enfim a liberdade com a Maçonaria raiou...
E os sonhos da imigração seguem os “trilhos da evolução”
No Cabaré o glamour, a França e sua magia
A Riviera num cenário magistral: o berço do carnaval!

Santos Dumont deu asas à imaginação
Desbravando a imensidão
E sob o céu de Paris
“Marcou o tempo” no 14 BIS

E na aliança dos povos renasce rumo ao apogeu
Ribeirão Preto se torna a capital do agronegócio nacional
No combustível  a solução pra combater a poluição
“Vitrine Cultural” reflete teus encantos e belezas
Na educação a sapiência na esperança de um novo amanhã
És uma grande fonte de lazer, no chopp a referência nacional
No Come-Fogo a vibração é geral
Nas ondas do rádio traz a comunicação
E na saúde a evolução em busca de um futuro promissor

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