Flor da Vila Dalila

Grupo: Grupo 2
Fundação: 31 03 1973
Cores: Azul e Branco
Presidente: Hudson Pinheiros dos Santos - (Ticão)
Vice presidente: Luiz Carlos Soares
Carnavalesco: Comissão De Carnaval
Interprete: Marquinhos Leite
Mestre de bateria: Mestre Julinho (Cachorrão)
Diretor de carnaval: João Jose e Marcelo
Diretor de harmonia: Marcio Aparecido Rufino
Mestre sala: Wendel Viegas
Porta bandeira: Ellen Cardoso
Rainha de bateria: Vitória Regina
Endereco: Av. Dalila, 700 - Vila Dalila
Telefone: (11) 6651-2612/ 6651-8259
Telefone: 9880-3215
História

Começou em um campinho da Zona Leste, com os boleiros e torcedores se transformando em batuqueiros logo após as partidas. Entre eles três amigos: Antonio Carlos Rosa, Osmar e José Roberto. Nasceu em 31 de março de 1973, na Rua José Piedade, 21 no bairro do mesmo nome, na casa do Sr. Antonio Carlos Rosa (o "Brandão). Depois de vários nomes "Falcão do Morro de Vila Dalila", "Dama da Noite" e outros mais, resolveu-se finalmente: Flor de Vila Dalila. No ato da fundação participaram os Srs. Osmar Otoni de Menezes, Miguel Ferreira, Valter Jerônimo, José Roberto de Souza, Carlos Alberto Silva, Roberval Soares, Ailton Veiga e Osmar Matias da Silva. Por problemas de atraso a escola não participou do carnaval de 1974. Já esteve quatro vezes no Grupo Especial: 1983, 1984, 1986 e 1988.

     As cores de seu pavilhão tem os seguintes significados: A cor vermelha, representa o sangue da vida que pulsa nos corações apaixonados dos sambistas. A cor azul representa a purificação que afasta as vaidades fazendo prevalecer o valor maior da Agremiação: O pavilhão. A cor amarela representa o ouro da formosura e da prosperidade. A cor branca, representa a paz, a fraternidade, a união, a solidariedade, que reforça os laços de irmandade rumo aos propósitos sócios culturais. As ramas de café representam os antigos cafezais onde os escravos embrenhados na plantação, produziam coletivamente para o Senhor sem a devida recompensa pelo seu trabalho; Reflete a experiência positiva do trabalho coletivo. Os (ramos de trigo) representam fartura e prosperidade para a comunidade. O tambor, símbolo de mensagem permanente levada aos quatro ventos, transpõe montanhas, florestas e mares, anuncia a vida e delimita território. É a referência cultural dos povos africanos que aqui chegaram; representa a alma guerreira em tempos de discórdia e o arauto, em tempos de paz, convidando para o banquete. Nas religiões afro descendentes, em especial o Candomblé, é o instrumento principal nos cerimoniais de adoração e invocação aos orixás. Símbolo da resistência cultural da africanidade, reflete na sua percussão, grande sinergia com os batimentos do coração. O círculo, é o símbolo de reciclagem e aperfeiçoamento e aprendizado, meta daqueles que buscam a perfeição.

Ano do enredo: 2010
Título do enredo: Cores e sons de uma ilha tropical. Salve São Luís do Maranhão
Ano: 2010
Título do samba enredo: Cores e sons de uma ilha tropical. Salve São Luís do Maranhão
Compositores do samba enredo: Santaninha, Rogério Papa, João Neguinho, Rodrigo Lopes, Nel Costa e Léo Birra
Letra:

Sorria, hoje a ilha esta liberta
Vem com a gente a hora é esta
Ao patrimônio que é motivo de alegria...
Se deleitar nessa cultura
Cores e sons se misturam
Na mais pura magia...
Daquela invasão européia
Eis a minha epopéia
Na transparecia do meu carnaval
Após resistirem aos franceses até portugueses
E Mauricio de Nassau...

Negros africanos, festa do divino
Jejê, nagô é sim senhor, tambor de mina
É São Benedito, tambor de crioula
Pagar promessa nessa festa que alucina...


Bumba meu boi, meu boi bumbá
O carnaval na periferia... Ula-lá
Da mistura que deu certo
O sotaque nordestino
A Jamaica brasileira
E que o reggae me carregue
Neste clima sedutor
Ao paraíso abençoado
Consagrado como ilha do amor

Unidos numa só paixão
Vila Dalila é emoção
Da flor que canta e encanta
São Luís do Maranhão

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